Proteção de dados

Lei Geral de Proteção de Dados LGPD — Lei nº 13.709/2018

Compromisso institucional do Cartório do 1º Ofício de Parintins com a segurança, a transparência e o tratamento ético dos dados pessoais dos seus usuários.

O Cartório do 1º Ofício de Parintins — Tabelionato de Notas, Protestos e Registro Marítimo implementou política institucional de proteção de dados pessoais em conformidade com a Lei nº 13.709/2018 (LGPD) e com o Provimento CNJ nº 134/2022, que disciplina o tratamento de dados pessoais nos serviços notariais e de registro.

Esta política aplica-se a todo dado pessoal coletado em decorrência da prestação dos serviços notariais e de protesto, bem como àqueles obtidos por meio dos canais de atendimento, do sistema de videomonitoramento e do site institucional, observando os princípios da finalidade, adequação, necessidade, livre acesso, qualidade, transparência, segurança, prevenção, não discriminação e responsabilização previstos no art. 6º da LGPD.

Política de Privacidade

Encarregado pelo tratamento de dados pessoais designado nos termos do art. 41 da LGPD.

Encarregado (DPO)

[NOME DO ENCARREGADO]

Canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados e a ANPD.

Nos termos do art. 23, inciso III, e do art. 41 da Lei nº 13.709/2018, foi designado encarregado responsável por receber comunicações dos titulares dos dados pessoais e da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

Av. Amazonas, 2699, Centro — Parintins/AM

O cartório mantém cultura interna permanente de conscientização e capacitação da sua equipe quanto às boas práticas de proteção de dados, buscando o equilíbrio entre o princípio da publicidade que rege os serviços notariais e o direito fundamental à privacidade e à intimidade dos titulares.

Quais informações são coletadas e por quê

Os dados pessoais são coletados na exata medida necessária para a execução dos atos notariais e de protesto.

Dados pessoais dos usuários

A prestação dos serviços notariais exige a coleta de dados pessoais para identificação inequívoca das partes, qualificação nos atos lavrados e cumprimento das normas legais aplicáveis aos serviços extrajudiciais.

Dados cadastrais

  • Nome completo
  • Documentos de identificação (CPF, RG e congêneres)
  • Estado civil e regime de bens
  • Endereço residencial e profissional
  • Telefones de contato
  • Endereço de e-mail
  • Filiação
  • Alcunha, quando aplicável

Dados pessoais sensíveis

  • Sexo e orientação sexual
  • Biometria (impressão digital)
  • Informações financeiras necessárias ao ato
  • Dados sob sigilo legal
  • Informações de saúde, quando indispensáveis
  • Dados étnicos, quando declarados pelo titular
  • Imagens captadas pelo sistema de videomonitoramento
  • Fotografias cadastrais

Atos que podem exigir dados sensíveis

Determinados procedimentos notariais demandam o tratamento de dados sensíveis em virtude da natureza do ato a ser lavrado, tais como:

Escrituras de inventário Atas notariais Testamentos Pactos antenupciais União estável Diretivas antecipadas de vontade Divórcio e separação consensuais Emissão de certificados digitais

Procedimentos de segurança dos dados

Medidas técnicas e administrativas adotadas para resguardar a integridade e a confidencialidade dos dados tratados.

Hierarquia de acesso

Cada setor acessa exclusivamente os dados pertinentes às suas atribuições, observada a estrita necessidade funcional para o tratamento.

Compartilhamento

O cartório compartilha dados apenas com o Poder Público nas hipóteses do art. 23 da LGPD e com o cidadão requisitante, mediante requerimento por escrito. É vedado o compartilhamento para fins de marketing ou venda de dados.

Rastreabilidade

Todo acesso é rastreável: requerimentos formais identificam o requisitante, sistemas registram logs eletrônicos e arquivos físicos possuem controle de assinaturas, do input ao descarte do dado.

Sistemas de segurança

  • Equipe interna de TI
  • Firewalls corporativos
  • Criptografia de dados
  • Renovação periódica de senhas
  • Antivírus com licenças válidas

Documentos físicos

Os acervos físicos são armazenados em local com acesso controlado, setorização de entrada e sistema de videomonitoramento permanente.

Sigilo profissional

Todos os colaboradores assinam termo de confidencialidade e recebem capacitação contínua sobre boas práticas de proteção de dados pessoais.

Por quanto tempo os dados são armazenados

Prazos de retenção definidos em razão da natureza do ato e das exigências legais aplicáveis.

Documentos cartorários

Armazenamento perpétuo, em razão do princípio da publicidade registral e do disposto no Provimento nº 50/2015 da Corregedoria Nacional de Justiça do CNJ.

Currículos de candidatos não selecionados

Armazenados por até 6 (seis) meses, após o que são definitivamente excluídos dos sistemas eletrônicos ou incinerados, no caso de mídia física.

Dados de funcionários

Armazenados por até 10 (dez) anos após o desligamento, para preservação de direitos do trabalhador, do cartório e em razão de prazos prescricionais aplicáveis a eventuais demandas trabalhistas.

Demais informações pessoais

Armazenadas por até 10 (dez) anos, para resguardo de eventuais processos administrativos ou judiciais que envolvam o cartório, observados os prazos prescricionais aplicáveis.

Princípios de tratamento de dados

Diretrizes que orientam o tratamento dos dados pessoais no exercício da atividade notarial.

1 Finalidade, adequação e necessidade

O tratamento de dados restringe-se ao estritamente necessário para a execução do ato notarial e às finalidades legítimas previamente informadas ao titular.

2 Imparcialidade

O tabelião exerce sua função de forma equidistante das partes, em estrita observância ao art. 27 da Lei nº 8.935/1994 e ao dever de imparcialidade inerente ao serviço notarial.

3 Qualidade dos dados

É garantida a integridade e a exatidão dos dados, sendo facultada ao titular a solicitação de retificação mediante requerimento formal, sempre vinculada aos objetivos da atividade notarial (art. 1º da Lei nº 8.935/1994).

4 Segurança e prevenção

O cartório adota medidas técnicas aptas a prevenir acessos não autorizados, podendo recusar, de forma motivada, requisições que possam prejudicar terceiros ou comprometer a integridade dos dados.

5 Livre acesso

É assegurado ao titular o direito de consultar a integralidade dos seus dados armazenados, efetivado mediante a expedição de certidões e o acesso à documentação pertinente.

6 Não discriminação

É vedada a inclusão de expressões discriminatórias nas certidões expedidas, nos termos do art. 45, § 2º, da Lei nº 8.935/1994 e do art. 6º, IX, da LGPD.

Direitos do titular dos dados

O titular pode, a qualquer tempo, exercer os direitos previstos no art. 18 da LGPD.

Confirmação da existência de tratamento

Acesso aos dados pessoais armazenados

Correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados

Anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários

Portabilidade dos dados, nos termos da regulamentação

Informação sobre o compartilhamento de dados

Observados os limites legais aplicáveis aos serviços notariais e de registro, bem como os deveres de guarda perpétua de documentos públicos.

Alterações nesta política

Esta Política de Privacidade poderá ser modificada a qualquer tempo, sem aviso prévio, em razão de alterações legislativas, regulamentares ou administrativas. Recomenda-se a consulta periódica a esta página para acompanhamento das eventuais atualizações.

Jurisdição e foro

Para dirimir quaisquer controvérsias decorrentes desta Política de Privacidade fica eleito o foro da Comarca de Parintins, Estado do Amazonas, com renúncia expressa a qualquer outro, por mais privilegiado que seja.

Fale com o encarregado

Canal de comunicação LGPD

Para exercer qualquer dos direitos previstos na LGPD ou esclarecer dúvidas sobre o tratamento dos seus dados pessoais, entre em contato com o encarregado.

Encarregado (DPO)

[NOME DO ENCARREGADO]

Endereço

Av. Amazonas, 2699
Centro — Parintins/AM

Última atualização desta política: [DD/MM/AAAA]